Queda do etanol e da gasolina reduz pressão sobre combustíveis em maio; diesel também recua
Levantamento da ValeCard aponta queda do etanol e da gasolina; diesel S-10 ainda registra pressão regional
Os preços dos combustíveis registraram queda em maio no Brasil, reforçando um movimento de acomodação do mercado após as fortes altas observadas nos meses anteriores. O etanol teve destaque no período, com redução em 19 estados da Federação e queda média nacional de 5,31% na comparação com o mês anterior, impulsionado principalmente pelo comportamento dos preços no Centro-Sul do país. A gasolina também apresentou retração na maior parte dos estados, com diminuição média de 0,77%, enquanto o diesel S-10 registrou leve queda, de 0,41%, embora ainda apresente pressão de alta em algumas regiões, especialmente no Norte e Nordeste.
Os dados são do levantamento da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento, soluções de mobilidade e benefícios corporativos, realizado com base em transações entre 1º e 26 de maio em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país.
Na média nacional, a gasolina passou de R$ 6,910 em abril para R$ 6,857 em maio. O etanol caiu de R$ 4,878 para R$ 4,619, recuo de R$ 0,259, enquanto o diesel S-10 passou de R$ 7,333 para R$ 7,303, redução de R$ 0,030.
Combustível | abr/26 | mai/26 | Variação mensal (R$) | Variação mensal (%) |
Gasolina | 6,910 | 6,857 | -0,053 | -0,77% |
Etanol | 4,878 | 4,619 | -0,259 | -5,31% |
Diesel S-10 | 7,333 | 7,303 | -0,030 | -0,41% |
Na avaliação de Marcelo Braga, diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard, o comportamento dos preços em maio reflete um mercado em processo de acomodação, mas ainda sensível às discussões sobre política de preços, medidas de compensação do governo federal e oscilações do cenário internacional do petróleo.
“Os dados de maio mostram um movimento mais consistente de acomodação nos preços dos combustíveis, principalmente no etanol, após os fortes reajustes observados nos últimos meses. A queda do biocombustível foi impulsionada pelo avanço da safra de cana e a maior oferta do produto, o que aumentou a competitividade em relação à gasolina em diversas regiões do país, especialmente no Centro-Sul.
No entanto, o cenário ainda exige cautela. As discussões envolvendo novos subsídios federais para gasolina e diesel ajudam a reduzir parte da pressão de alta no curto prazo, mas a volatilidade internacional do petróleo e as incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio seguem impactando a formação de preços no Brasil. Isso explica, por exemplo, o comportamento ainda bastante heterogêneo do diesel S-10 entre as regiões do país”, afirma Braga.
Para acompanhar a variação dos preços dos combustíveis com atualizações diárias, acesse o link: https://www.valecard.com.br/acompanhamento-abastecimento/
Etanol
Combustível registra maior queda do mês, com forte recuo no Centro-Sul
O etanol apresentou a maior redução entre os combustíveis analisados em maio, com destaque para os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, onde foram registradas as quedas mais expressivas do país.
Centro-Oeste: recuos intensos e maior queda do país
No Centro-Oeste, todos os estados registraram forte recuo no preço do etanol. O Distrito Federal liderou as quedas no país, com retração de 12,08%, passando de R$ 5,124 em abril para R$ 4,505 em maio, redução de R$ 0,619 por litro. Na sequência, Mato Grosso passou de R$ 4,727 para R$ 4,484, queda de R$ 0,243 (-5,14%); Mato Grosso do Sul recuou de R$ 4,773 para R$ 4,552, redução de R$ 0,221 (-4,63%); e Goiás caiu de R$ 4,812 para R$ 4,648, baixa de R$ 0,164 (-3,41%).
Sudeste: queda disseminada e menor preço do país em São Paulo
No Sudeste, a queda do etanol também foi generalizada. São Paulo registrou o menor preço médio do país, passando de R$ 4,597 em abril para R$ 4,231 em maio, queda de R$ 0,366 (-7,96%). Minas Gerais recuou de R$ 4,999 para R$ 4,741, redução de R$ 0,258 (-5,16%), enquanto o Rio de Janeiro passou de R$ 5,216 para R$ 5,027, queda de R$ 0,189 (-3,62%). Já o Espírito Santo apresentou leve retração, passando de R$ 5,236 para R$ 5,231 (-0,10%).
Sul: retração consistente e cenário favorável ao consumidor
Na região Sul, o cenário também foi marcado por quedas relevantes no preço do combustível. O Paraná passou de R$ 4,887 para R$ 4,596, recuo de R$ 0,291 (-5,95%), seguido por Santa Catarina, que caiu de R$ 5,118 para R$ 4,914, queda de R$ 0,204 (-3,99%). O Rio Grande do Sul também registrou redução, passando de R$ 5,024 para R$ 4,885, queda de R$ 0,139 (-2,77%).
Nordeste: cenário misto, com quedas predominantes e altas pontuais
O Nordeste apresentou comportamento misto no período. Entre as quedas registradas na região, a Bahia liderou o movimento, passando de R$ 5,253 para R$ 5,098, redução de R$ 0,155 (-2,95%). Alagoas recuou de R$ 5,573 para R$ 5,419 (-2,76%), enquanto o Ceará passou de R$ 5,379 para R$ 5,326 (-0,99%). Também registraram queda Piauí, que foi de R$ 5,478 para R$ 5,432 (-0,84%), e Paraíba, de R$ 4,973 para R$ 4,937 (-0,72%).
Na contramão, o Rio Grande do Norte apresentou a maior alta percentual da região, passando de R$ 5,293 para R$ 5,509, avanço de R$ 0,216 (+4,08%). Maranhão também registrou aumento, saindo de R$ 5,324 para R$ 5,434 (+2,07%), assim como Sergipe, que passou de R$ 5,520 para R$ 5,599 (+1,43%). Pernambuco apresentou estabilidade, com leve alta de 0,05%, passando de R$ 5,508 para R$ 5,511.
Norte: comportamento heterogêneo e maior alta percentual do país
Na região Norte, o cenário também foi heterogêneo. Roraima registrou a maior alta percentual do país, passando de R$ 4,551 em abril para R$ 5,061 em maio, avanço de R$ 0,510 (+11,21%). Rondônia também apresentou alta relevante, passando de R$ 5,353 para R$ 5,551 (+3,70%), enquanto Tocantins registrou leve aumento, de R$ 5,389 para R$ 5,395 (+0,11%).
Entre as quedas, o Amazonas liderou os recuos da região, passando de R$ 5,414 para R$ 5,220, redução de R$ 0,194 (-3,58%). O Acre recuou de R$ 5,779 para R$ 5,678 (-1,75%) — maior preço do combustível no Brasil —, enquanto o Pará passou de R$ 5,345 para R$ 5,323 (-0,41%).
Confira abaixo as variações de preços e o custo médio por litro do Etanol em cada estado:
Estado | abr/26 | mai/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 5,779 | 5,678 | -0,101 | -1,75% |
AL | 5,573 | 5,419 | -0,154 | -2,76% |
AM | 5,414 | 5,220 | -0,194 | -3,58% |
AP* | 0,000 | 4,654 | 4,654 | 0,00% |
BA | 5,253 | 5,098 | -0,155 | -2,95% |
CE | 5,379 | 5,326 | -0,053 | -0,99% |
DF | 5,124 | 4,505 | -0,619 | -12,08% |
ES | 5,236 | 5,231 | -0,005 | -0,10% |
GO | 4,812 | 4,648 | -0,164 | -3,41% |
MA | 5,324 | 5,434 | 0,110 | 2,07% |
MG | 4,999 | 4,741 | -0,258 | -5,16% |
MS | 4,773 | 4,552 | -0,221 | -4,63% |
MT | 4,727 | 4,484 | -0,243 | -5,14% |
PA | 5,345 | 5,323 | -0,022 | -0,41% |
PB | 4,973 | 4,937 | -0,036 | -0,72% |
PE | 5,508 | 5,511 | 0,003 | 0,05% |
PI | 5,478 | 5,432 | -0,046 | -0,84% |
PR | 4,887 | 4,596 | -0,291 | -5,95% |
RJ | 5,216 | 5,027 | -0,189 | -3,62% |
RN | 5,293 | 5,509 | 0,216 | 4,08% |
RO | 5,353 | 5,551 | 0,198 | 3,70% |
RR | 4,551 | 5,061 | 0,510 | 11,21% |
RS | 5,024 | 4,885 | -0,139 | -2,77% |
SC | 5,118 | 4,914 | -0,204 | -3,99% |
SE | 5,520 | 5,599 | 0,079 | 1,43% |
SP | 4,597 | 4,231 | -0,366 | -7,96% |
TO | 5,389 | 5,395 | 0,006 | 0,11% |
*Obs: No mês de abril, não tivemos dados comparativos do estado do Amapá.
Gasolina
Maioria dos estados registra queda no preço do combustível
A gasolina apresentou retração na maior parte do país em maio, com queda registrada em 20 estados. O movimento foi mais intenso nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, enquanto algumas altas pontuais mantiveram pressão em parte do Centro-Oeste e Norte.
Nordeste: quedas predominam e Bahia lidera recuos da região
No Nordeste, sete dos nove estados registraram queda no preço da gasolina. A Bahia apresentou o maior recuo percentual do país, passando de R$ 7,485 em abril para R$ 7,324 em maio, redução de R$ 0,161 (-2,15%). Na sequência, Maranhão passou de R$ 6,948 para R$ 6,834, queda de R$ 0,114 (-1,64%), enquanto Pernambuco recuou de R$ 7,322 para R$ 7,237 (-1,16%). Ceará também apresentou retração, passando de R$ 7,236 para R$ 7,169 (-0,93%). Paraíba caiu de R$ 6,785 para R$ 6,742 (-0,63%), Alagoas passou de R$ 7,147 para R$ 7,103 (-0,62%) e Rio Grande do Norte registrou leve queda, de R$ 6,905 para R$ 6,899 (-0,09%).
Na contramão, Sergipe apresentou a maior alta da região, passando de R$ 7,489 para R$ 7,616, aumento de R$ 0,127 (+1,70%). Já o Piauí teve leve avanço, indo de R$ 7,163 para R$ 7,172 (+0,13%).
Sudeste: quedas disseminadas e redução consistente nos principais mercados consumidores
No Sudeste, todos os estados apresentaram queda no preço da gasolina. São Paulo passou de R$ 6,778 para R$ 6,665, redução de R$ 0,113 (-1,67%), enquanto Minas Gerais recuou de R$ 6,774 para R$ 6,677, queda de R$ 0,097 (-1,43%). O Rio de Janeiro também registrou retração, passando de R$ 6,814 para R$ 6,754, queda de R$ 0,060 (-0,88%). Já o Espírito Santo foi de R$ 6,883 para R$ 6,845, redução de R$ 0,038 (-0,55%).
Sul: retração generalizada e menor preço do país no Rio Grande do Sul
Na região Sul, todos os estados registraram queda no preço da gasolina. O Paraná apresentou o maior recuo regional, passando de R$ 6,925 para R$ 6,799, redução de R$ 0,126 (-1,82%). O Rio Grande do Sul manteve o menor preço médio do país, recuando de R$ 6,551 para R$ 6,492, queda de 0,059 (-0,90%), enquanto Santa Catarina passou de R$ 6,741 para R$ 6,693, queda de R$ 0,048 (-0,71%).
Centro-Oeste: estabilidade predomina, mas Goiás destoa com forte alta
No Centro-Oeste, o cenário foi mais equilibrado. Mato Grosso do Sul passou de R$ 6,910 para R$ 6,855, queda de R$ 0,055 (-0,80%), enquanto o Distrito Federal recuou de R$ 6,563 para R$ 6,532, queda de R$ 0,031 (-0,47%). Mato Grosso apresentou estabilidade, passando de R$ 6,980 para R$ 6,977, leve retração de R$ 0,003 (-0,04%).
Na contramão do restante da região, Goiás registrou a principal alta percentual da gasolina no Centro-Oeste, passando de R$ 6,669 para R$ 6,970, aumento de R$ 0,301 (+4,51%).
Norte: cenário misto e maior preço do país em Roraima
Na região Norte, o comportamento foi heterogêneo. Roraima registrou o maior preço médio e a maior alta percentual da gasolina no país, passando de R$ 7,655 em abril para R$ 8,012 em maio, avanço de R$ 0,357 (+4,66%). O Acre também apresentou aumento relevante, indo de R$ 7,431 para R$ 7,616 (+2,49%), enquanto o Amapá passou de R$ 7,410 para R$ 7,442 (+0,43%).
Entre os recuos da região, o Amazonas apresentou a maior retração, passando de R$ 7,187 para R$ 7,073, queda de R$ 0,114 (-1,59%). Rondônia registrou leve queda, passando de R$ 7,483 para R$ 7,437 (-0,61%), enquanto o Pará também recuou, indo de R$ 7,351 para R$ 7,343 (-0,11%).
Já Tocantins manteve estabilidade, permanecendo em R$ 7,302 no período.
Confira abaixo as variações de preços e o custo médio por litro da gasolina em cada estado:
Estado | abr/26 | mai/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 7,431 | 7,616 | 0,185 | 2,49% |
AL | 7,147 | 7,103 | -0,044 | -0,62% |
AM | 7,187 | 7,073 | -0,114 | -1,59% |
AP | 7,410 | 7,442 | 0,032 | 0,43% |
BA | 7,485 | 7,324 | -0,161 | -2,15% |
CE | 7,236 | 7,169 | -0,067 | -0,93% |
DF | 6,563 | 6,532 | -0,031 | -0,47% |
ES | 6,883 | 6,845 | -0,038 | -0,55% |
GO | 6,669 | 6,970 | 0,301 | 4,51% |
MA | 6,948 | 6,834 | -0,114 | -1,64% |
MG | 6,774 | 6,677 | -0,097 | -1,43% |
MS | 6,910 | 6,855 | -0,055 | -0,80% |
MT | 6,980 | 6,977 | -0,003 | -0,04% |
PA | 7,351 | 7,343 | -0,008 | -0,11% |
PB | 6,785 | 6,742 | -0,043 | -0,63% |
PE | 7,322 | 7,237 | -0,085 | -1,16% |
PI | 7,163 | 7,172 | 0,009 | 0,13% |
PR | 6,925 | 6,799 | -0,126 | -1,82% |
RJ | 6,814 | 6,754 | -0,060 | -0,88% |
RN | 6,905 | 6,899 | -0,006 | -0,09% |
RO | 7,483 | 7,437 | -0,046 | -0,61% |
RR | 7,655 | 8,012 | 0,357 | 4,66% |
RS | 6,551 | 6,492 | -0,059 | -0,90% |
SC | 6,741 | 6,693 | -0,048 | -0,71% |
SE | 7,489 | 7,616 | 0,127 | 1,70% |
SP | 6,778 | 6,665 | -0,113 | -1,67% |
TO | 7,302 | 7,302 | 0,000 | 0,00% |
Diesel S-10
Quedas predominam no Centro-Sul, mas Norte e Nordeste ainda registram pressão nos preços
O diesel S-10 apresentou leve queda na média nacional em maio, mas o comportamento regional seguiu bastante heterogêneo. Enquanto Sul, Sudeste e Centro-Oeste registraram retração generalizada nos preços, estados do Norte e Nordeste ainda apresentaram altas expressivas no período.
Sul: retração disseminada e menor preço do país no Rio Grande do Sul
Na região Sul, todos os estados registraram queda no preço do diesel S-10. O Rio Grande do Sul apresentou o menor preço médio do país, passando de R$ 7,130 em abril para R$ 6,813 em maio, redução de R$ 0,317 (-4,45%). Na sequência, o Paraná recuou de R$ 7,496 para R$ 7,187, queda de R$ 0,309 (-4,12%), enquanto Santa Catarina passou de R$ 7,390 para R$ 7,159, redução de R$ 0,231 (-3,13%).
Centro-Oeste: recuo generalizado e maior queda percentual do país em Goiás
No Centro-Oeste, todos os estados registraram queda no preço do diesel S-10. Goiás liderou os recuos nacionais, passando de R$ 7,381 em abril para R$ 7,052 em maio, redução de R$ 0,329 (-4,46%). O Distrito Federal também apresentou queda relevante, passando de R$ 7,418 para R$ 7,204, retração de R$ 0,214 (-2,88%). Já Mato Grosso do Sul passou de R$ 7,435 para R$ 7,415, queda de R$ 0,020 (-0,27%), enquanto Mato Grosso registrou leve recuo, passando de R$ 7,367 para R$ 7,357, queda de R$ 0,010 (-0,14%).
Norte: altas expressivas e maior avanço percentual do país no Amapá
Os estados do Norte registraram fortes altas no preço do diesel S-10 em maio. O Amapá liderou os aumentos nacionais, passando de R$ 6,718 em abril para R$ 7,383 em maio, avanço de R$ 0,665 (+9,90%). O Acre também apresentou forte alta, indo de R$ 6,827 para R$ 7,378, alta de R$ 0,551 (+8,07%), seguido por Roraima, que passou de R$ 7,082 para R$ 7,538, aumento de R$ 0,456 (+6,44%). Pará avançou de R$ 7,245 para R$ 7,558, alta de R$ 0,313 (+4,32%), enquanto Rondônia passou de R$ 7,423 para R$ 7,586 (+2,20%).
Tocantins também registrou aumento, passando de R$ 7,304 para R$ 7,436 (+1,81%). Já o Amazonas apresentou a menor variação da região, indo de R$ 7,188 para R$ 7,256 (+0,95%).
Nordeste: pressão permanece elevada e Piauí registra maior preço do país
No Nordeste, a maior parte dos estados registrou aumento no preço do diesel S-10. O Piauí apresentou o maior preço médio do país, passando de R$ 7,154 em abril para R$ 7,628 em maio, avanço de R$ 0,474 (+6,63%). A Bahia registrou uma das maiores altas do período, passando de R$ 6,965 para R$ 7,570, aumento de R$ 0,605 (+8,69%). Alagoas avançou de R$ 7,213 para R$ 7,398 (+2,56%), enquanto Sergipe passou de R$ 7,489 para R$ 7,570 (+1,08%). Pernambuco registrou alta de R$ 7,283 para R$ 7,361 (+1,07%) e a Paraíba avançou de R$ 7,268 para R$ 7,295 (+0,37%).
Na contramão, Maranhão apresentou queda de R$ 7,476 para R$ 7,374, recuo de R$ 0,102 (-1,36%). Ceará também recuou, passando de R$ 7,441 para R$ 7,404 (-0,50%), enquanto o Rio Grande do Norte caiu de R$ 7,356 para R$ 7,342 (-0,19%).
Sudeste: recuos moderados e acomodação nos principais mercados consumidores
No Sudeste, todos os estados registraram queda no preço do diesel S-10. São Paulo liderou os recuos da região, passando de R$ 7,469 para R$ 7,324, redução de R$ 0,145 (-1,94%). O Rio de Janeiro caiu de R$ 7,352 para R$ 7,264 (-1,20%), enquanto o Espírito Santo passou de R$ 7,221 para R$ 7,184 (-0,51%). Minas Gerais apresentou a menor retração da região, passando de R$ 7,339 para R$ 7,317, queda de R$ 0,022 (-0,30%).
Confira abaixo as variações de preços e o custo médio por litro do Diesel S-10 em cada estado:
Estado | abr/26 | mai/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 6,827 | 7,378 | 0,551 | 8,07% |
AL | 7,213 | 7,398 | 0,185 | 2,56% |
AM | 7,188 | 7,256 | 0,068 | 0,95% |
AP | 6,718 | 7,383 | 0,665 | 9,90% |
BA | 6,965 | 7,570 | 0,605 | 8,69% |
CE | 7,441 | 7,404 | -0,037 | -0,50% |
DF | 7,418 | 7,204 | -0,214 | -2,88% |
ES | 7,221 | 7,184 | -0,037 | -0,51% |
GO | 7,381 | 7,052 | -0,329 | -4,46% |
MA | 7,476 | 7,374 | -0,102 | -1,36% |
MG | 7,339 | 7,317 | -0,022 | -0,30% |
MS | 7,435 | 7,415 | -0,020 | -0,27% |
MT | 7,367 | 7,357 | -0,010 | -0,14% |
PA | 7,245 | 7,558 | 0,313 | 4,32% |
PB | 7,268 | 7,295 | 0,027 | 0,37% |
PE | 7,283 | 7,361 | 0,078 | 1,07% |
PI | 7,154 | 7,628 | 0,474 | 6,63% |
PR | 7,496 | 7,187 | -0,309 | -4,12% |
RJ | 7,352 | 7,264 | -0,088 | -1,20% |
RN | 7,356 | 7,342 | -0,014 | -0,19% |
RO | 7,423 | 7,586 | 0,163 | 2,20% |
RR | 7,082 | 7,538 | 0,456 | 6,44% |
RS | 7,130 | 6,813 | -0,317 | -4,45% |
SC | 7,390 | 7,159 | -0,231 | -3,13% |
SE | 7,489 | 7,570 | 0,081 | 1,08% |
SP | 7,469 | 7,324 | -0,145 | -1,94% |
TO | 7,304 | 7,436 | 0,132 | 1,81% |
Onde compensa abastecer com etanol?
Segundo a ValeCard, para que o uso de etanol hidratado compense financeiramente em relação à gasolina, descontando fatores como autonomias individuais de cada veículo, o valor do litro do combustível renovável deve ser igual ou inferior a 70% do preço do litro do combustível fóssil. Considerando essa metodologia, veja abaixo os estados que valem a pena abastecer com etanol:
Estado | Média Gasolina Comum | Média Etanol Comum | Percentual (Etanol/Gasolina) |
AC | 7,616 | 5,678 | 75% |
AL | 7,103 | 5,419 | 76% |
AM | 7,073 | 5,220 | 74% |
AP | 7,442 | 4,654 | 63% |
BA | 7,324 | 5,098 | 70% |
CE | 7,169 | 5,326 | 74% |
DF | 6,532 | 4,505 | 69% |
ES | 6,845 | 5,231 | 76% |
GO | 6,970 | 4,648 | 67% |
MA | 6,834 | 5,434 | 80% |
MG | 6,677 | 4,741 | 71% |
MS | 6,855 | 4,552 | 66% |
MT | 6,977 | 4,484 | 64% |
PA | 7,343 | 5,323 | 72% |
PB | 6,742 | 4,937 | 73% |
PE | 7,237 | 5,511 | 76% |
PI | 7,172 | 5,432 | 76% |
PR | 6,799 | 4,596 | 68% |
RJ | 6,754 | 5,027 | 74% |
RN | 6,899 | 5,509 | 80% |
RO | 7,437 | 5,551 | 75% |
RR | 8,012 | 5,061 | 63% |
RS | 6,492 | 4,885 | 75% |
SC | 6,693 | 4,914 | 73% |
SE | 7,616 | 5,599 | 74% |
SP | 6,665 | 4,231 | 63% |
TO | 7,302 | 5,395 | 74% |
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