Variação preço dos combustíveis - Junho/2026

Etanol mantém queda em junho, acumula recuo de quase 9% em dois meses e já é a opção mais vantajosa em 10 estados, aponta levantamento da ValeCard

O levantamento mostra ainda que gasolina e diesel S-10 apresentaram pouca variação, apesar da volatilidade internacional do petróleo

Os preços dos combustíveis apresentaram comportamentos distintos em junho no Brasil. Enquanto o etanol ampliou a trajetória de queda observada no mês anterior e acumula redução de 8,76% entre maio e junho, gasolina e diesel S-10 permaneceram praticamente estáveis na média nacional, refletindo um cenário de equilíbrio entre o aumento da oferta doméstica de biocombustíveis e as pressões provocadas pelo mercado internacional de petróleo. Com esse movimento, o etanol passou a ser a alternativa economicamente mais vantajosa para abastecimento em 10 estados brasileiros.

O etanol registrou queda em 23 estados brasileiros, com redução média nacional de 3,64% na comparação com maio, impulsionado principalmente pelo avanço da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul do país. A gasolina apresentou leve retração de 0,09% na média nacional, embora tenha registrado aumento em 15 estados. Já o diesel S-10 caiu apenas 0,07%, mantendo estabilidade no preço médio, mesmo diante das oscilações observadas no mercado internacional de petróleo ao longo do mês.

Na média nacional, a gasolina passou de R$ 6,857 em maio para R$ 6,851 em junho. O etanol caiu de R$ 4,619 para R$ 4,451, redução de R$ 0,168 por litro, enquanto o diesel S-10 passou de R$ 7,303 para R$ 7,298, recuo de R$ 0,005. Os dados são do levantamento da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento, soluções de mobilidade e benefícios corporativos, realizado com base em transações entre 1º e 26 de junho em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país.

 

Combustível

mai/26

jun/26

Variação mensal (R$)

Variação Mensal

Gasolina

6,857

6,851

-0,006

-0,09%

Etanol

4,619

4,451

-0,168

-3,64%

Diesel S-10

7,303

7,298

-0,005

-0,07%

 

Na avaliação de Marcelo Braga, diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard, o comportamento dos combustíveis em junho reforça que fatores internos passaram a exercer maior influência sobre a formação dos preços, especialmente no caso do etanol, enquanto gasolina e diesel permaneceram sujeitos aos desdobramentos do cenário internacional.

“O avanço da safra de cana-de-açúcar continuou ampliando a oferta de etanol no mercado, favorecendo novas reduções de preços em praticamente todas as regiões produtoras. Ao mesmo tempo, a gasolina permaneceu praticamente estável na média nacional mesmo após o reajuste anunciado pela Petrobras no fim de maio, o que demonstra que o impacto esperado nas bombas foi absorvido por outros fatores da cadeia de distribuição, como a concorrência regional, a gestão de estoques e a maior competitividade do etanol. Já o diesel também apresentou pouca variação, apesar da forte volatilidade observada no mercado internacional de petróleo durante junho.”

Segundo Braga, embora o cenário tenha sido relativamente favorável para o consumidor em junho, o mercado permanece atento aos fatores externos.

“Os combustíveis seguem bastante sensíveis às oscilações do petróleo e do câmbio, mas os dados de junho mostram que o preço pago pelo consumidor não responde automaticamente aos reajustes anunciados nas refinarias. A formação do preço final depende de diversos fatores ao longo da cadeia, e, neste momento, o avanço da safra de cana tem exercido um papel importante ao aumentar a competitividade do etanol e ajudar a equilibrar o mercado.”

Para acompanhar a variação dos preços dos combustíveis com atualizações diárias, acesse o link: https://www.valecard.com.br/acompanhamento-abastecimento/    

ETANOL

Combustível amplia queda em junho, impulsionado pelo avanço da safra de cana

O etanol apresentou novamente a maior redução entre os combustíveis analisados em junho, com destaque para os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, onde foram registradas as quedas mais expressivas do país. O movimento reforça a tendência observada em maio e acompanha o avanço da safra de cana-de-açúcar, que ampliou a oferta do biocombustível nas principais regiões produtoras.

Centro-Oeste: Mato Grosso lidera quedas nacionais e região mantém preços competitivos

Assim como em maio, o Centro-Oeste voltou a concentrar as maiores quedas do etanol, todos os estados registraram redução no preço em junho. O Mato Grosso apresentou a maior queda percentual do país, passando de R$ 4,484 em maio para R$ 4,135 em junho, redução de R$ 0,34 por litro (-7,78%). Na sequência aparece Goiás, onde o combustível passou de R$ 4,648 para R$ 4,409, queda de R$ 0,23 (-5,14%). O Distrito Federal também registrou recuo expressivo, passando de R$ 4,505 para R$ 4,296, redução de R$ 0,20 (-4,64%), enquanto Mato Grosso do Sul caiu de R$ 4,552 para R$ 4,342, retração de R$ 0,210 (-4,61%). Com os menores preços médios do país, a região permanece como uma das mais competitivas para o abastecimento com etanol.

Sudeste: retração generalizada reforça competitividade do biocombustível

No Sudeste, todos os estados apresentaram redução nos preços do etanol. São Paulo voltou a registrar um dos menores preços médios do Brasil, passando de R$ 4,231 para R$ 4,051 (-4,25%). Minas Gerais reduziu de R$ 4,741 para R$ 4,573 (-3,54%). O Espírito Santo passou de R$ 5,231 para R$ 5,059 (-3,29%), enquanto o Rio de Janeiro apresentou queda mais moderada, passando de R$ 5,027 para R$ 4,964 (-1,25%). A continuidade das reduções fortalece a competitividade do etanol em um dos maiores mercados consumidores do país.

Sul: quedas consistentes mantêm tendência observada em maio. Pelo segundo mês consecutivo, a região registrou redução nos preços dos três combustíveis

Na região Sul, os três estados voltaram a registrar redução no preço do etanol durante junho. Santa Catarina apresentou a maior queda regional, passando de R$ 4,914 para R$ 4,735, redução de R$ 0,179 (-3,64%). O Rio Grande do Sul caiu de R$ 4,885 para R$ 4,722, retração de R$ 0,163 (-3,34%), enquanto o Paraná passou de R$ 4,596 para R$ 4,409, redução de R$ 0,187 (-4,07%). Assim como no mês anterior, a região manteve comportamento homogêneo, favorecendo o consumidor com novas reduções.

 Nordeste: predominam quedas, mas Maranhão e Sergipe registram altas

O Nordeste voltou a apresentar comportamento misto em junho. Entre as reduções, Pernambuco registrou o maior recuo da região, passando de R$ 5,511 para R$ 5,380,(-2,38%). Também registraram queda Rio Grande do Norte (-2,29%), Bahia (-0,78%), Ceará (-0,92%) e Alagoas (-0,15%). Na contramão, o Maranhão apresentou a maior alta nacional do período, passando de R$ 5,434 para R$ 5,529 (+1,75%). Sergipe também registrou elevação, passando de R$ 5,599 para R$ 5,660 (+1,09%). Paraíba (+0,10%) e Piauí (+0,07%) permaneceram praticamente estáveis.

 Norte: Amazonas lidera reduções da região

Na região Norte, predominou o movimento de queda. O Amazonas apresentou a maior retração regional, passando de R$ 5,220 para R$ 4,962, redução de R$ 0,258 (-4,94%). Também registraram queda Acre (-1,11%), Amapá (-0,28%), Pará (-0,49%), Rondônia (-0,41%) e Roraima (-0,18%). O Tocantins apresentou redução de 2,22%, passando de R$ 5,395 para R$ 5,275. O comportamento regional reforça a tendência nacional de ampliação da oferta do biocombustível, ainda que alguns estados apresentem dinâmica própria de abastecimento e logística.

 

Estado

mai/26

jun/26

Variação (R$)

Variação (%)

AC

5,678

5,615

-0,063

-1,11%

AL

5,419

5,411

-0,008

-0,15%

AM

5,220

4,962

-0,258

-4,94%

AP

4,654

4,641

-0,013

-0,28%

BA

5,098

5,058

-0,040

-0,78%

CE

5,326

5,277

-0,049

-0,92%

DF

4,505

4,296

-0,209

-4,64%

ES

5,231

5,059

-0,172

-3,29%

GO

4,648

4,409

-0,239

-5,14%

MA

5,434

5,529

0,095

1,75%

MG

4,741

4,573

-0,168

-3,54%

MS

4,552

4,342

-0,210

-4,61%

MT

4,484

4,135

-0,349

-7,78%

PA

5,323

5,297

-0,026

-0,49%

PB

4,937

4,942

0,005

0,10%

PE

5,511

5,380

-0,131

-2,38%

PI

5,432

5,436

0,004

0,07%

PR

4,596

4,409

-0,187

-4,07%

RJ

5,027

4,964

-0,063

-1,25%

RN

5,509

5,383

-0,126

-2,29%

RO

5,551

5,528

-0,023

-0,41%

RR

5,061

5,052

-0,009

-0,18%

RS

4,885

4,722

-0,163

-3,34%

SC

4,914

4,735

-0,179

-3,64%

SE

5,599

5,660

0,061

1,09%

SP

4,231

4,051

-0,180

-4,25%

TO

5,395

5,275

-0,120

-2,22%

 

GASOLINA

Maioria dos estados registra aumento, mas média nacional permanece estável

A gasolina apresentou estabilidade na média nacional em junho, com leve retração de 0,09% em relação ao mês anterior. Apesar disso, o comportamento do combustível foi bastante heterogêneo entre os estados brasileiros, com alta registrada em 15 unidades da Federação e queda em outras 12.

 Nordeste: Maranhão lidera altas da região, enquanto Bahia registra principal queda

No Nordeste, o comportamento da gasolina foi misto em junho. O Maranhão apresentou a maior alta percentual da região e do país, passando de R$ 6,834 em maio para R$ 7,001 em junho, aumento de R$ 0,167 (+2,44%). Também registraram aumento Paraíba, que passou de R$ 6,742 para R$ 6,852 (+1,63%), Piauí, que avançou de R$ 7,172 para R$ 7,246 (+1,03%), e Ceará, que passou de R$ 7,169 para R$ 7,226 (+0,80%). Alagoas apresentou leve alta de 0,61%, enquanto o Rio Grande do Norte registrou variação discreta de 0,20%. Entre as reduções, a Bahia liderou os recuos da região, passando de R$ 7,324 para R$ 7,276, queda de R$ 0,048 (-0,66%). Pernambuco recuou 0,25%, enquanto Sergipe registrou redução de 1,06%, a maior da região.

Sudeste: cenário permanece estável nos principais mercados consumidores

No Sudeste, o comportamento da gasolina foi marcado por pequenas oscilações.  São Paulo apresentou leve queda, passando de R$ 6,665 para R$ 6,647, redução de R$ 0,018 (-0,27%). O Rio de Janeiro também registrou retração, passando de R$ 6,754 para R$ 6,745 (-0,13%), enquanto Minas Gerais permaneceu praticamente estável, com redução de apenas 0,01%. Na contramão, o Espírito Santo registrou leve alta de 0,37%, passando de R$ 6,845 para R$ 6,870. As pequenas variações observadas refletem um mercado mais equilibrado na região de maior consumo de combustíveis do país.

 Sul: Santa Catarina registra maior queda nacional

Na região Sul, predominou o movimento de queda. Santa Catarina apresentou a maior redução percentual do país, passando de R$ 6,693 para R$ 6,611, queda de R$ 0,082 (-1,23%). O Paraná também registrou retração, passando de R$ 6,799 para R$ 6,768 (-0,46%), enquanto o Rio Grande do Sul manteve o menor preço médio nacional, recuando de R$ 6,492 para R$ 6,467 (-0,39%). Assim como em maio, a região Sul voltou a apresentar comportamento favorável ao consumidor.

 Centro-Oeste: Distrito Federal apresenta principal alta da região

No Centro-Oeste, o comportamento foi predominantemente de alta. O Distrito Federal registrou o maior avanço regional, passando de R$ 6,532 para R$ 6,688, aumento de R$ 0,156 (+2,39%). Mato Grosso do Sul apresentou leve alta de 0,22%, enquanto Mato Grosso permaneceu praticamente estável, com avanço de apenas 0,03%. Na contramão, Goiás apresentou ligeira redução, passando de R$ 6,970 para R$ 6,966, retração de 0,06%.

 Norte: Roraima mantém maior preço médio do país

Na região Norte, o cenário também foi plural. Roraima manteve o maior preço médio da gasolina no Brasil, passando de R$ 8,012 para R$ 8,206, aumento de R$ 0,194 (+2,42%). O Amapá também apresentou alta relevante (+0,98%), enquanto Tocantins (+0,90%) e Acre (+0,81%) registraram avanços moderados. Entre os recuos, o Amazonas apresentou a maior queda da região, passando de R$ 7,073 para R$ 7,016, retração de R$ 0,057 (-0,81%). Rondônia também registrou redução (-0,48%), enquanto o Pará permaneceu praticamente estável, com leve alta de 0,10%.

Confira abaixo as variações de preços e o custo médio por litro da gasolina em cada estado:

Estado

mai/26

jun/26

Variação (R$)

Variação (%)

AC

7,616

7,678

0,062

0,81%

AL

7,103

7,146

0,043

0,61%

AM

7,073

7,016

-0,057

-0,81%

AP

7,442

7,515

0,073

0,98%

BA

7,324

7,276

-0,048

-0,66%

CE

7,169

7,226

0,057

0,80%

DF

6,532

6,688

0,156

2,39%

ES

6,845

6,870

0,025

0,37%

GO

6,970

6,966

-0,004

-0,06%

MA

6,834

7,001

0,167

2,44%

MG

6,677

6,676

-0,001

-0,01%

MS

6,855

6,870

0,015

0,22%

MT

6,977

6,979

0,002

0,03%

PA

7,343

7,350

0,007

0,10%

PB

6,742

6,852

0,110

1,63%

PE

7,237

7,219

-0,018

-0,25%

PI

7,172

7,246

0,074

1,03%

PR

6,799

6,768

-0,031

-0,46%

RJ

6,754

6,745

-0,009

-0,13%

RN

6,899

6,913

0,014

0,20%

RO

7,437

7,401

-0,036

-0,48%

RR

8,012

8,206

0,194

2,42%

RS

6,492

6,467

-0,025

-0,39%

SC

6,693

6,611

-0,082

-1,23%

SE

7,616

7,535

-0,081

-1,06%

SP

6,665

6,647

-0,018

-0,27%

TO

7,302

7,368

0,066

0,90%

 

Diesel S-10

Quedas predominam no Sul e Centro-Oeste, mas Norte volta a registrar pressão nos preços

O diesel S-10 apresentou leve queda na média nacional em junho, com retração de 0,07% em relação ao mês anterior. Apesar da estabilidade observada no indicador nacional, o comportamento do combustível voltou a ser bastante heterogêneo entre as regiões brasileiras. Enquanto Sul e parte do Centro-Oeste registraram novas reduções nos preços, estados do Norte e Nordeste continuaram apresentando altas relevantes ao longo do período.

 Sul: retração disseminada e Rio Grande do Sul mantém menor preço do país

Na região Sul, todos os estados registraram queda no preço do diesel S-10 durante junho. O Rio Grande do Sul manteve o menor preço médio do país, passando de R$ 6,813 em maio para R$ 6,626 em junho, redução de R$ 0,18 (-2,74%). Na sequência, Santa Catarina passou de R$ 7,159 para R$ 6,967, queda de R$ 0,19 (-2,68%), enquanto o Paraná recuou de R$ 7,187 para R$ 7,035, redução de R$ 0,152 (-2,11%). A região manteve o comportamento observado no mês anterior, com preços em retração e cenário favorável aos consumidores e transportadores.

Centro-Oeste: predominam reduções, mas Mato Grosso registra alta moderada

No Centro-Oeste, o cenário permaneceu relativamente estável. O Distrito Federal apresentou a maior queda regional, passando de R$ 7,204 para R$ 7,099, (-1,46%). Goiás também registrou redução, passando de R$ 7,052 para R$ 7,011 (-0,58%), enquanto Mato Grosso do Sul caiu de R$ 7,415 para R$ 7,375 (-0,54%). Na contramão, Mato Grosso apresentou leve aumento, passando de R$ 7,357 para R$ 7,498, alta de R$ 0,141 (+1,92%).

 Norte: Norte voltou a concentrar as maiores pressões sobre o diesel. Roraima registra maior alta do país

Os estados da região Norte voltaram a apresentar forte pressão sobre os preços do diesel S-10 em junho. Roraima registrou a maior alta percentual do país, passando de R$ 7,538 para R$ 8,062, aumento de R$ 0,524 (+6,95%). O Acre também apresentou elevação relevante, passando de R$ 7,378 para R$ 7,816, avanço de R$ 0,438 (+5,94%). O Amapá passou de R$ 7,383 para R$ 7,626 (+3,29%), enquanto Pará e Tocantins registraram altas de 1,92% e 0,48%, respectivamente. Na contramão, Rondônia apresentou leve queda, passando de R$ 7,586 para R$ 7,569 (-0,22%).

 Nordeste: Piauí mantém maior preço médio nacional

No Nordeste, o comportamento permaneceu misto. O Piauí manteve o maior preço médio do diesel S-10 no Brasil, passando de R$ 7,628 para R$ 7,825, alta de R$ 0,197 (+2,58%). Alagoas apresentou aumento de 2,39%, enquanto Bahia (+1,39%), Ceará (+1,31%), Maranhão (+1,08%), Paraíba (+1,04%) e Pernambuco (+0,41%) também registraram elevação. Na contramão, Sergipe apresentou a principal queda da região, passando de R$ 7,570 para R$ 7,434, redução de R$ 0,136 (-1,80%). O Rio Grande do Norte também apresentou leve retração (-0,08%).

 Sudeste: cenário de estabilidade nos principais mercados consumidores

No Sudeste, o comportamento foi marcado por pequenas oscilações. O Espírito Santo apresentou a maior alta regional, passando de R$ 7,184 para R$ 7,410, aumento de R$ 0,226 (+3,15%). Minas Gerais permaneceu praticamente estável, com alta de 0,12%, enquanto São Paulo registrou redução de 0,85%, passando de R$ 7,324 para R$ 7,262. O Rio de Janeiro também apresentou leve queda, passando de R$ 7,264 para R$ 7,244, retração de 0,28%.

Confira abaixo as variações de preços e o custo médio por litro do Diesel S-10 em cada estado:

Estado

mai/26

jun/26

Variação (R$)

Variação (%)

AC

7,378

7,816

0,438

5,94%

AL

7,398

7,575

0,177

2,39%

AM

7,256

7,350

0,094

1,30%

AP

7,383

7,626

0,243

3,29%

BA

7,570

7,675

0,105

1,39%

CE

7,404

7,501

0,097

1,31%

DF

7,204

7,099

-0,105

-1,46%

ES

7,184

7,410

0,226

3,15%

GO

7,052

7,011

-0,041

-0,58%

MA

7,374

7,454

0,080

1,08%

MG

7,317

7,326

0,009

0,12%

MS

7,415

7,375

-0,040

-0,54%

MT

7,357

7,498

0,141

1,92%

PA

7,558

7,703

0,145

1,92%

PB

7,295

7,371

0,076

1,04%

PE

7,361

7,391

0,030

0,41%

PI

7,628

7,825

0,197

2,58%

PR

7,187

7,035

-0,152

-2,11%

RJ

7,264

7,244

-0,020

-0,28%

RN

7,342

7,336

-0,006

-0,08%

RO

7,586

7,569

-0,017

-0,22%

RR

7,538

8,062

0,524

6,95%

RS

6,813

6,626

-0,187

-2,74%

SC

7,159

6,967

-0,192

-2,68%

SE

7,570

7,434

-0,136

-1,80%

SP

7,324

7,262

-0,062

-0,85%

TO

7,436

7,472

0,036

0,48%

 

Onde compensa abastecer com etanol?

Segundo a ValeCard, para que o uso de etanol hidratado compense financeiramente em relação à gasolina, desconsiderando fatores como a autonomia específica de cada veículo, o valor do litro do combustível renovável deve corresponder a até 70% do preço do litro da gasolina.

Considerando essa metodologia, os estados onde vale a pena abastecer com etanol em junho são:

  • Amapá
  • Bahia
  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Minas Gerais
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Paraná
  • Roraima
  • São Paulo

 

Estado

Média Gasolina Comum

Média Etanol Comum

Percentual (Etanol/Gasolina)

AC

7,678

5,615

73%

AL

7,146

5,411

76%

AM

7,016

4,962

71%

AP

7,515

4,641

62%

BA

7,276

5,058

70%

CE

7,226

5,277

73%

DF

6,688

4,296

64%

ES

6,870

5,059

74%

GO

6,966

4,409

63%

MA

7,001

5,529

79%

MG

6,676

4,573

68%

MS

6,870

4,342

63%

MT

6,979

4,135

59%

PA

7,350

5,297

72%

PB

6,852

4,942

72%

PE

7,219

5,380

75%

PI

7,246

5,436

75%

PR

6,768

4,409

65%

RJ

6,745

4,964

74%

RN

6,913

5,383

78%

RO

7,401

5,528

75%

RR

8,206

5,052

62%

RS

6,467

4,722

73%

SC

6,611

4,735

72%

SE

7,535

5,660

75%

SP

6,647

4,051

61%

TO

7,368

5,275

72%

Fale Conosco

Você pode nos contatar por algum dos nossos canais de atendimento abaixo