Combustíveis iniciam 2026 em alta: etanol chega a registrar aumento de quase 13%
Levantamento da ValeCard mostra que todos os combustíveis subiram em janeiro, com destaque para a gasolina e o etanol.
O preço médio da gasolina subiu em 24 estados brasileiros em janeiro, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento, soluções de mobilidade e benefícios corporativos. No mesmo período, o etanol apresentou alta em 25 estados, com maior aumento, de 12,91%, no Nordeste. O diesel registrou aumento em 21 unidades da Federação. Ainda de acordo com estudo, em apenas três estados compensa abastecer com etanol: Amapá, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
A análise considera transações realizadas entre 1º e 26 de janeiro em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país.
Na média nacional, a gasolina comum foi comercializada a R$ 6,483, o que representa uma alta de R$ 0,104 (+1,63%) em relação a dezembro de 2025, quando custava R$ 6,379. Já o etanol teve o maior avanço no período, de R$ 0,158 (+3,46%), enquanto o diesel S-10 registrou elevação de R$ 0,035 (+0,56%).
O levantamento tem como base os pagamentos realizados nos postos da rede credenciada, refletindo os valores médios efetivamente pagos pelos motoristas.
Combustível | dez/25 | jan/26 | Variação mensal (R$) | Variação mensal (%) |
Gasolina | 6,379 | 6,483 | 0,104 | 1,63% |
Etanol | 4,560 | 4,718 | 0,158 | 3,46% |
Diesel S-10 | 6,301 | 6,336 | 0,035 | 0,56% |
Para o diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard, Marcelo Braga, a alta expressiva nos combustíveis no início de 2026 une o reajuste do ICMS à entressafra da cana-de-açúcar.
“Essa elevação reflete a atualização da alíquota do ICMS, em vigor desde 1º de janeiro, e a menor oferta de etanol no mercado. Embora a Petrobras tenha reduzido o preço da gasolina para as distribuidoras no fim de janeiro, o reflexo nas bombas demora dias ou semanas para chegar ao consumidor final. Isso ocorre pelo giro dos estoques e pela complexa composição de custos, que envolve desde as margens de revenda até a mistura do etanol anidro e as variações tributárias estaduais”, afirma Braga.
Gasolina: altas disseminadas, com destaque para Sul e Nordeste
Em janeiro, a gasolina apresentou alta na maior parte do país, com aumentos percentuais expressivos em estados do Nordeste e do Sul.
Nordeste registra maior percentual do país
O Nordeste liderou a variação percentual da gasolina em janeiro, com destaque para o Rio Grande do Norte, que registrou a maior alta da região e do país. No estado, o preço médio passou de R$ 6,101 no mês anterior para R$ 6,489 neste mês — um avanço de quase R$ 0,40 (+6,36%). Na sequência aparecem Bahia (+2,50%), Pernambuco (+2,38%), Paraíba (+1,80%), Ceará (+0,97%), Maranhão (+0,86%) e Piauí (+0,74%). Alagoas (-0,23%) e Sergipe (-0,13%) foram os únicos estados da região a registrar queda no período.
Sul registra alta percentual em todos os estados
No Sul, todos os estados apresentaram aumento no preço da gasolina, com Santa Catarina liderando as altas (+3,57%), passando de R$ 6,337 em dezembro de 2025 para R$ 6,563 em janeiro de 2026, seguida por Rio Grande do Sul (+2,32%), com avanço de R$ 6,216 para R$ 6,360, e Paraná (+1,12%), que passou do valor de R$ 6,499 para R$ 6,572 no mesmo período.
Norte concentra maiores preços da gasolina do país
A região concentrou os maiores preços médios de gasolina do país, com destaque para o Acre, onde o valor passou de R$ 7,428 em dezembro de 2025 para R$ 7,484 em janeiro de 2026 (+0,75%), e para Roraima, que avançou de R$ 7,332 para R$ 7,458 (+1,72%) no mesmo período.
Entre os demais estados, o Amapá registrou a maior alta percentual da região (+3,08%), ao passar de R$ 6,956 para R$ 7,170 — um aumento de mais de R$ 0,20. Tocantins (+0,70%), Rondônia (+0,63%) e Pará (+0,59%) também apresentaram elevação. Já o Amazonas foi o único estado da região a registrar pequena queda no preço da gasolina (-0,17%).
Centro-Oeste: alta percentual em todos os estados
Movimento semelhante foi observado no Centro-Oeste, onde todos os estados registraram elevação. O maior avanço percentual foi em Mato Grosso do Sul (+2,21%), que passou de R$ 6,335 em dezembro para R$ 6,475 em janeiro — uma diferença de R$ 0,14. Em seguida aparecem o Distrito Federal (+1,95%), Mato Grosso (+1,18%) e Goiás (+1,17%).
Sudeste
No Sudeste, a gasolina avançou em todos os estados. Apesar da alta de 1,50% no mês, São Paulo manteve-se entre os menores preços médios do país, passando de R$ 6,204 em dezembro de 2025 para R$ 6,297 em janeiro de 2026. Minas Gerais subiu de R$ 6,343 para R$ 6,458 (+1,81%), o Rio de Janeiro avançou de R$ 6,253 para R$ 6,361 (+1,73%) e o Espírito Santo foi de R$ 6,621 para R$ 6,706 (+1,28%), encerrando janeiro em alta.
Confira abaixo as variações de preços e o custo médio por litro da gasolina em cada estado:
Estado | dez/25 | jan/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 7,428 | 7,484 | 0,056 | 0,75% |
AL | 6,664 | 6,649 | -0,015 | -0,23% |
AM | 7,073 | 7,061 | -0,012 | -0,17% |
AP | 6,956 | 7,170 | 0,214 | 3,08% |
BA | 6,412 | 6,572 | 0,160 | 2,50% |
CE | 6,488 | 6,551 | 0,063 | 0,97% |
DF | 6,453 | 6,579 | 0,126 | 1,95% |
ES | 6,621 | 6,706 | 0,085 | 1,28% |
GO | 6,436 | 6,511 | 0,075 | 1,17% |
MA | 6,250 | 6,304 | 0,054 | 0,86% |
MG | 6,343 | 6,458 | 0,115 | 1,81% |
MS | 6,335 | 6,475 | 0,140 | 2,21% |
MT | 6,583 | 6,661 | 0,078 | 1,18% |
PA | 6,779 | 6,819 | 0,040 | 0,59% |
PB | 6,128 | 6,238 | 0,110 | 1,80% |
PE | 6,505 | 6,660 | 0,155 | 2,38% |
PI | 6,343 | 6,390 | 0,047 | 0,74% |
PR | 6,499 | 6,572 | 0,073 | 1,12% |
RJ | 6,253 | 6,361 | 0,108 | 1,73% |
RN | 6,101 | 6,489 | 0,388 | 6,36% |
RO | 6,946 | 6,990 | 0,044 | 0,63% |
RR | 7,332 | 7,458 | 0,126 | 1,72% |
RS | 6,216 | 6,360 | 0,144 | 2,32% |
SC | 6,337 | 6,563 | 0,226 | 3,57% |
SE | 6,680 | 6,671 | -0,009 | -0,13% |
SP | 6,204 | 6,297 | 0,093 | 1,50% |
TO | 6,696 | 6,743 | 0,047 | 0,70% |
Etanol: altas expressivas em quase todo país
O etanol foi o combustível com maior pressão de alta em janeiro. Apenas Piauí e Rondônia tiveram queda moderada.
Nordeste dispara nos preços do etanol
O Nordeste concentrou as maiores altas do etanol em janeiro, em sua maioria superiores a R$ 0,10, com destaque para o Rio Grande do Norte, que registrou o maior avanço percentual da região e do país (+12,91%), ao passar de R$ 4,461 em dezembro para R$ 5,037 em janeiro — uma alta de quase R$ 0,60. Na sequência aparecem Pernambuco (+5,79%), que subiu de R$ 4,679 para R$ 4,950, a Bahia (+4,77%), que foi de R$ 4,696 para R$ 4,920, a Paraíba (+4,35%), que avançou de R$ 4,371 para R$ 4,561, o Ceará (+2,54%), de R$ 4,809 para R$ 4,931, e Alagoas (+1,37%), que passou de R$ 5,104 para R$ 5,174. Maranhão e Sergipe tiveram aumentos mais moderados (+0,68% cada), enquanto o Piauí foi o único estado da região a registrar recuo no período (-0,66%).
Norte: altas percentuais e maiores preços
No Norte, Roraima registrou o segundo maior aumento percentual do Brasil (+8,57%), passando de R$ 5,031 em dezembro para R$ 5,462 em janeiro — uma diferença de R$ 0,431. Tocantins também teve alta de 3,06% (de R$ 4,974 para R$ 5,126), seguido por Pará (+2,85%), que foi de R$ 4,876 para R$ 5,015, Amapá com avanço de 2,21% (de R$ 4,290 para R$ 4,385), Acre com alta de 2,09% (R$ 5,270 para R$ 5,380), e Amazonas que concentrou aumento de 1,74% (de R$ 5,357 para R$ 5,450). Em sentido oposto, Rondônia apresentou leve queda de 0,28%, ao passar de R$ 5,373 para R$ 5,358.
Sudeste
No Sudeste, mesmo após avanço de 3,35%, São Paulo permaneceu entre os estados com menor preço médio do etanol, passando de R$ 4,332 em dezembro para R$ 4,477 em janeiro — uma alta de R$ 0,145. Os demais estados da região também registraram aumentos superiores a R$ 0,10 no período: Minas Gerais subiu de R$ 4,651 para R$ 4,827 (+3,78%), o Rio de Janeiro foi de R$ 4,779 para R$ 4,947 (+3,52%) e o Espírito Santo passou de R$ 4,916 para R$ 5,016 (+2,03%).
Sul e Centro-oeste aumento
Na região Sul, todos os estados apresentaram elevação nos preços do etanol, com destaque para Santa Catarina, que passou de R$ 4,807 para R$ 5,007 (+4,16%) — alta de cerca de R$ 0,20 —, seguida por Paraná (+2,94%) e Rio Grande do Sul (+1,65%).
No Centro-Oeste, o movimento foi semelhante, com altas superiores a R$ 0,10 em quase todos os estados. Goiás passou de R$ 4,729 para R$ 4,918 (+4,00%), Mato Grosso do Sul foi de R$ 4,420 para R$ 4,532 (+2,53%), o Distrito Federal subiu de R$ 4,819 para R$ 4,937 (+2,45%) e Mato Grosso avançou de R$ 4,522 para R$ 4,612 (+1,99%).
Confira abaixo as variações de preços e custo médio por litro do etanol em cada estado:
Estado | dez/25 | jan/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 5,270 | 5,380 | 0,110 | 2,09% |
AL | 5,104 | 5,174 | 0,070 | 1,37% |
AM | 5,357 | 5,450 | 0,093 | 1,74% |
AP | 4,290 | 4,385 | 0,095 | 2,21% |
BA | 4,696 | 4,920 | 0,224 | 4,77% |
CE | 4,809 | 4,931 | 0,122 | 2,54% |
DF | 4,819 | 4,937 | 0,118 | 2,45% |
ES | 4,916 | 5,016 | 0,100 | 2,03% |
GO | 4,729 | 4,918 | 0,189 | 4,00% |
MA | 5,020 | 5,054 | 0,034 | 0,68% |
MG | 4,651 | 4,827 | 0,176 | 3,78% |
MS | 4,420 | 4,532 | 0,112 | 2,53% |
MT | 4,522 | 4,612 | 0,090 | 1,99% |
PA | 4,876 | 5,015 | 0,139 | 2,85% |
PB | 4,371 | 4,561 | 0,190 | 4,35% |
PE | 4,679 | 4,950 | 0,271 | 5,79% |
PI | 4,884 | 4,852 | -0,032 | -0,66% |
PR | 4,555 | 4,689 | 0,134 | 2,94% |
RJ | 4,779 | 4,947 | 0,168 | 3,52% |
RN | 4,461 | 5,037 | 0,576 | 12,91% |
RO | 5,373 | 5,358 | -0,015 | -0,28% |
RR | 5,031 | 5,462 | 0,431 | 8,57% |
RS | 4,717 | 4,795 | 0,078 | 1,65% |
SC | 4,807 | 5,007 | 0,200 | 4,16% |
SE | 4,978 | 5,012 | 0,034 | 0,68% |
SP | 4,332 | 4,477 | 0,145 | 3,35% |
TO | 4,974 | 5,126 | 0,152 | 3,06% |
Onde compensa abastecer com etanol?
Segundo a ValeCard, para que o uso de etanol hidratado compense financeiramente em relação à gasolina, descontando fatores como autonomias individuais de cada veículo, o valor do litro do combustível renovável deve ser igual ou inferior a 70% do preço do litro do combustível fóssil. Considerando essa metodologia, veja abaixo os estados que valem a pena abastecer com etanol:
Estado | Média Gasolina Comum | Média Etanol Comum | Percentual (Etanol/Gasolina) |
AC | 7,484 | 5,380 | 72% |
AL | 6,649 | 5,174 | 78% |
AM | 7,061 | 5,450 | 77% |
AP | 7,170 | 4,385 | 61% |
BA | 6,572 | 4,920 | 75% |
CE | 6,551 | 4,931 | 75% |
DF | 6,579 | 4,937 | 75% |
ES | 6,706 | 5,016 | 75% |
GO | 6,511 | 4,918 | 76% |
MA | 6,304 | 5,054 | 80% |
MG | 6,458 | 4,827 | 75% |
MS | 6,475 | 4,532 | 70% |
MT | 6,661 | 4,612 | 69% |
PA | 6,819 | 5,015 | 74% |
PB | 6,238 | 4,561 | 73% |
PE | 6,660 | 4,950 | 74% |
PI | 6,390 | 4,852 | 76% |
PR | 6,572 | 4,689 | 71% |
RJ | 6,361 | 4,947 | 78% |
RN | 6,489 | 5,037 | 78% |
RO | 6,990 | 5,358 | 77% |
RR | 7,458 | 5,462 | 73% |
RS | 6,360 | 4,795 | 75% |
SC | 6,563 | 5,007 | 76% |
SE | 6,671 | 5,012 | 75% |
SP | 6,297 | 4,477 | 71% |
TO | 6,743 | 5,126 | 76% |
Diesel S-10: altas pontuais e comportamento regional misto
O diesel S-10 apresentou um movimento mais contido em janeiro, com variações positivas em boa parte dos estados, mas sem pressão generalizada.
Sul registra alta em todos os estados, mas mantém os menores preços médios
No Sul, todos os estados apresentaram aumento no preço do diesel S-10 em janeiro. Ainda assim, a região seguiu com os menores preços médios do país, com destaque para o Rio Grande do Sul (R$ 6,075) e o Paraná (R$ 6,121), apesar das altas moderadas de 0,53% e 0,49%, respectivamente. Santa Catarina também registrou avanço no período, de 0,29%.
Nordeste concentra a maior alta percentual do país
O Nordeste registrou a maior variação percentual do diesel S-10 em janeiro, com destaque para o Rio Grande do Norte, que apresentou a maior alta da região e do Brasil (+3,22%), ao passar de R$ 6,177 em dezembro de 2025 para R$ 6,376 em janeiro de 2026 — um avanço de quase R$ 0,20. Na sequência, aparecem Paraíba (+1,37%), Pernambuco (+0,94%), Ceará (+0,70%), Alagoas (+0,67%), Maranhão (+0,59%) e Bahia (+0,57%). Apenas Piauí (-0,35%) e Sergipe (-0,09%) encerraram o período com leves recuos.
Norte apresenta cenário misto, com quedas relevantes e altas pontuais
No Norte, o comportamento dos preços foi mais heterogêneo. A região concentrou algumas das maiores quedas percentuais do país, com destaque para o Amapá, onde o valor recuou de R$ 7,107 no mês anterior para R$ 6,878 neste mês (-3,22%). O Acre também registrou queda, ao passar de R$ 7,367 para R$ 7,245 (-1,66%) — ainda assim, segue sendo o maior preço médio do diesel S-10 do Brasil. Rondônia teve redução de 1,06% (de R$ 6,770 para R$ 6,698) e o Amazonas, de 0,33% (de R$ 6,672 para R$ 6,650).
Em sentido oposto, Roraima — que registra o segundo maior preço médio do combustível no país — subiu de R$ 6,982 para R$ 7,131 (+2,13%). Tocantins avançou de R$ 6,347 para R$ 6,371 (+0,38%) e o Pará teve leve alta, de R$ 6,683 para R$ 6,686 (+0,04%).
Confira abaixo a variação dos preços médios por litro de diesel S-10 em cada estado:
Estado | dez/25 | jan/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 7,367 | 7,245 | -0,122 | -1,66% |
AL | 6,531 | 6,575 | 0,044 | 0,67% |
AM | 6,672 | 6,650 | -0,022 | -0,33% |
AP | 7,107 | 6,878 | -0,229 | -3,22% |
BA | 6,332 | 6,368 | 0,036 | 0,57% |
CE | 6,319 | 6,363 | 0,044 | 0,70% |
DF | 6,157 | 6,200 | 0,043 | 0,70% |
ES | 6,438 | 6,484 | 0,046 | 0,71% |
GO | 6,145 | 6,168 | 0,023 | 0,37% |
MA | 6,277 | 6,314 | 0,037 | 0,59% |
MG | 6,344 | 6,393 | 0,049 | 0,77% |
MS | 6,406 | 6,462 | 0,056 | 0,87% |
MT | 6,578 | 6,632 | 0,054 | 0,82% |
PA | 6,683 | 6,686 | 0,003 | 0,04% |
PB | 6,071 | 6,154 | 0,083 | 1,37% |
PE | 6,161 | 6,219 | 0,058 | 0,94% |
PI | 6,484 | 6,461 | -0,023 | -0,35% |
PR | 6,091 | 6,121 | 0,030 | 0,49% |
RJ | 6,365 | 6,428 | 0,063 | 0,99% |
RN | 6,177 | 6,376 | 0,199 | 3,22% |
RO | 6,770 | 6,698 | -0,072 | -1,06% |
RR | 6,982 | 7,131 | 0,149 | 2,13% |
RS | 6,043 | 6,075 | 0,032 | 0,53% |
SC | 6,212 | 6,230 | 0,018 | 0,29% |
SE | 6,325 | 6,319 | -0,006 | -0,09% |
SP | 6,222 | 6,248 | 0,026 | 0,42% |
TO | 6,347 | 6,371 | 0,024 | 0,38% |
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