Gasolina, etanol e diesel S-10 recuam pelo terceiro mês seguido; etanol cai 2,06% em agosto
Levantamento da ValeCard mostra nova redução nos preços médios dos três combustíveis; desde maio, etanol acumula queda de 7,45%, bem acima da gasolina e do diesel S-10
Os preços médios da gasolina comum, do etanol comum e do diesel S-10 recuaram em agosto pelo terceiro mês consecutivo, segundo levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de mobilidade, meios de pagamento e benefícios corporativos. Entre os três combustíveis, o etanol voltou a registrar a maior redução, de 2,06% na comparação com julho, enquanto a gasolina caiu 0,68% e o diesel S-10, 0,51%. A sequência de quedas consolida um movimento de redução dos preços iniciado em junho, com destaque para o biocombustível. Os dados são baseados em transações realizadas entre 1º e 26 de agosto em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país.
Na média nacional, o preço da gasolina passou de R$ 6,821 em julho para R$ 6,774 em agosto, redução de R$ 0,047 por litro. O etanol caiu de R$ 4,365 para R$ 4,275, recuo de R$ 0,090, enquanto o diesel S-10 passou de R$ 7,196 para R$ 7,159, queda de R$ 0,037. Considerando o período desde maio, o etanol acumula redução de 7,45%, bem acima das quedas de 1,21% da gasolina e de 1,97% do diesel S-10.
Combustível | jul/26 | ago/26 | Variação mensal (R$) | Variação Mensal |
Gasolina | 6,821 | 6,774 | -0,047 | -0,68 |
Etanol | 4,365 | 4,275 | -0,090 | -2,06 |
Diesel S-10 | 7,196 | 7,159 | -0,037 | -0,51 |
“Agosto reforça o protagonismo do etanol no movimento de queda dos combustíveis. A redução superior a 2% na média nacional amplia sua competitividade e demonstra como a dinâmica de oferta do biocombustível continua sendo um fator importante para aliviar os custos de abastecimento, especialmente em estados produtores e mercados mais próximos dos principais polos sucroenergéticos”, afirma Marcelo Braga, diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard.
Ao mesmo tempo, a composição dos preços ao consumidor continua sendo influenciada por fatores que vão além das refinarias, como custos de distribuição e revenda, tributos, etanol anidro na gasolina, biodiesel e dinâmica regional de abastecimento. Soma-se a esse cenário a decisão do governo, anunciada em 26 de agosto, de prorrogar temporariamente a subvenção à gasolina até 9 de setembro. A medida atua como um mecanismo para conter repasses e ajudar a manter os preços do combustível em patamares mais baixos, amortecendo parte das pressões que poderiam chegar ao consumidor final.
Para acompanhar a variação dos preços dos combustíveis com atualizações diárias, acesse o link: https://www.valecard.com.br/acompanhamento-abastecimento/
Gasolina: queda alcança 19 estados e média nacional recua pelo terceiro mês seguido
A gasolina comum apresentou redução média de 0,68% em agosto, passando de R$ 6,821 para R$ 6,774 por litro. Foi o terceiro mês consecutivo de queda na média nacional, com recuo registrado em 19 estados, embora os dados ainda revelem diferenças relevantes entre os mercados regionais.
A maior queda percentual de agosto foi registrada na Bahia, onde o preço médio recuou 1,83%. O estado também completa três meses consecutivos de redução e acumula queda de 3,89% desde maio, quando o litro custava, em média, R$ 7,324. Rio Grande do Norte (-1,75%), Rio Grande do Sul (-1,29%), Goiás (-1,26%) e Pernambuco (-1,24%) aparecem na sequência entre as maiores retrações do mês. Na direção contrária, o Distrito Federal apresentou a maior alta, de 4,04%, seguido pelo Amapá (+1,94%) e Amazonas (+1,64%).
A continuidade do movimento também aparece em diferentes partes do país. Dez estados registraram queda no preço médio da gasolina em junho, julho e agosto: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. O dado mostra que a trajetória de redução observada na média nacional não está concentrada em um único mercado ou região.
Os menores preços médios permaneceram concentrados principalmente no Sul e no Sudeste. O Rio Grande do Sul registrou o menor valor do país, de R$ 6,337 por litro, enquanto Roraima apresentou a maior média nacional, de R$ 8,168. A diferença de R$ 1,831 por litro entre os dois extremos reforça o peso das condições logísticas e das características regionais de abastecimento na formação do preço final.
A trajetória de agosto ocorre em um ambiente de menor pressão sobre os preços médios nacionais. Ainda assim, o valor pago pelo consumidor continua refletindo fatores como custos de distribuição e revenda, tributos e a participação do etanol anidro na composição da gasolina, elementos que também ajudam a explicar as diferenças observadas entre os estados.
Estado | jul/26 | ago/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 7,714 | 7,688 | -0,026 | -0,34% |
AL | 7,134 | 7,157 | 0,023 | 0,32% |
AM | 7,276 | 7,395 | 0,119 | 1,64% |
AP | 7,514 | 7,660 | 0,146 | 1,94% |
BA | 7,17 | 7,039 | -0,131 | -1,83% |
CE | 7,181 | 7,190 | 0,009 | 0,13% |
DF | 6,441 | 6,701 | 0,260 | 4,04% |
ES | 6,862 | 6,807 | -0,055 | -0,80% |
GO | 6,886 | 6,799 | -0,087 | -1,26% |
MA | 7,118 | 7,094 | -0,024 | -0,34% |
MG | 6,646 | 6,599 | -0,047 | -0,71% |
MS | 6,848 | 6,782 | -0,066 | -0,96% |
MT | 7,019 | 6,993 | -0,026 | -0,37% |
PA | 7,293 | 7,297 | 0,004 | 0,05% |
PB | 6,88 | 6,818 | -0,062 | -0,90% |
PE | 7,184 | 7,095 | -0,089 | -1,24% |
PI | 7,313 | 7,300 | -0,013 | -0,18% |
PR | 6,73 | 6,675 | -0,055 | -0,82% |
RJ | 6,716 | 6,695 | -0,021 | -0,31% |
RN | 6,969 | 6,847 | -0,122 | -1,75% |
RO | 7,404 | 7,405 | 0,001 | 0,01% |
RR | 8,127 | 8,168 | 0,041 | 0,50% |
RS | 6,42 | 6,337 | -0,083 | -1,29% |
SC | 6,545 | 6,495 | -0,050 | -0,76% |
SE | 7,443 | 7,410 | -0,033 | -0,44% |
SP | 6,616 | 6,558 | -0,058 | -0,88% |
TO | 7,344 | 7,308 | -0,036 | -0,49% |
Etanol: queda alcança 25 estados e amplia competitividade frente à gasolina
O etanol voltou a registrar a maior redução entre os três combustíveis analisados pela ValeCard. Na média nacional, o preço caiu 2,06%, de R$ 4,365 em julho para R$ 4,275 em agosto. Foi o terceiro mês consecutivo em que o biocombustível apresentou recuo mais intenso do que a gasolina e o diesel S-10. Em agosto, a queda alcançou 25 estados, com altas apenas no Distrito Federal e em Sergipe.
A maior redução percentual ocorreu no Rio Grande do Sul, onde o combustível recuou 5,55%. Também se destacaram Roraima (-4,90%), Bahia (-4,40%), Rondônia (-4,17%), Acre (-3,68%) e Amazonas (-3,52%). Na direção contrária, o Distrito Federal apresentou alta de 4,70%, enquanto Sergipe registrou elevação mais discreta, de 0,13%.
A trajetória de redução também mostra continuidade em boa parte do país: em 20 estados, o preço médio do etanol caiu em junho, julho e agosto, sem interrupção. Entre os movimentos acumulados mais expressivos desde maio estão Mato Grosso, onde o preço passou de R$ 4,484 para R$ 3,911, redução de R$ 0,58 por litro (-12,78%), e Roraima, que recuou de R$ 5,061 para R$ 4,445, queda de R$ 0,62 por litro (-12,17%).
São Paulo manteve o menor preço médio nacional em agosto, de R$ 3,865 por litro, enquanto Sergipe registrou o maior valor, de R$ 5,537. O comportamento do biocombustível acompanha o período de maior disponibilidade de produto no mercado e o avanço da oferta da safra sucroenergética, fatores que exercem influência sobre os preços do etanol hidratado.
A maior queda do biocombustível também ampliou sua competitividade frente à gasolina. Considerando o parâmetro de até 70% utilizado como referência inicial para veículos flex, 17 estados ficaram dentro dessa faixa em agosto, ante 13 em julho e 10 em junho. Os melhores índices foram registrados em Roraima (54%), Mato Grosso (56%), Amapá (59%) e São Paulo (59%).
Estado | jul/26 | ago/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 5,321 | 5,125 | -0,196 | -3,68% |
AL | 5,303 | 5,253 | -0,050 | -0,94% |
AM | 5,11 | 4,930 | -0,180 | -3,52% |
AP | 4,589 | 4,502 | -0,087 | -1,90% |
BA | 4,91 | 4,694 | -0,216 | -4,40% |
CE | 5,106 | 5,089 | -0,017 | -0,33% |
DF | 4,147 | 4,342 | 0,195 | 4,70% |
ES | 5,006 | 4,970 | -0,036 | -0,72% |
GO | 4,332 | 4,201 | -0,131 | -3,02% |
MA | 5,344 | 5,278 | -0,066 | -1,24% |
MG | 4,474 | 4,357 | -0,117 | -2,62% |
MS | 4,25 | 4,158 | -0,092 | -2,16% |
MT | 3,979 | 3,911 | -0,068 | -1,71% |
PA | 5,284 | 5,131 | -0,153 | -2,90% |
PB | 4,869 | 4,778 | -0,091 | -1,87% |
PE | 5,257 | 5,164 | -0,093 | -1,77% |
PI | 5,360 | 5,251 | -0,109 | -2,03% |
PR | 4,284 | 4,210 | -0,074 | -1,73% |
RJ | 4,875 | 4,820 | -0,055 | -1,13% |
RN | 5,181 | 5,051 | -0,130 | -2,51% |
RO | 5,398 | 5,173 | -0,225 | -4,17% |
RR | 4,674 | 4,445 | -0,229 | -4,90% |
RS | 4,722 | 4,460 | -0,262 | -5,55% |
SC | 4,604 | 4,556 | -0,048 | -1,04% |
SE | 5,530 | 5,537 | 0,007 | 0,13% |
SP | 3,974 | 3,865 | -0,109 | -2,74% |
TO | 5,261 | 5,179 | -0,082 | -1,56% |
Diesel S-10: média cai pelo terceiro mês, mas Norte mantém pressão nos preços
O diesel S-10 encerrou agosto com redução média nacional de 0,51%, passando de R$ 7,196 para R$ 7,159 por litro. Foi o terceiro mês consecutivo de queda na média nacional, com redução registrada em 19 estados em agosto. Embora o recuo tenha sido mais moderado do que o observado no etanol, o resultado mantém a trajetória de acomodação dos custos para o transporte de cargas e para empresas dependentes de frotas.
As maiores reduções foram registradas em Pernambuco (-1,88%), Paraíba (-1,71%), Tocantins (-1,25%), Minas Gerais (-1,17%) e Santa Catarina (-1,13%). Na direção contrária, o Acre apresentou a maior alta nacional, de 4,67%, seguido pelo Amapá (+3,92%). Também houve elevações no Pará (+0,96%), Paraná (+0,85%), Bahia (+0,84%) e Sergipe (+0,77%).
Apesar da queda nacional, os dados mostram uma dinâmica distinta no Norte. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima registraram aumento no preço médio do diesel S-10 em junho, julho e agosto, sem interrupção. Desde maio, o Acre passou de R$ 7,378 para R$ 8,233 por litro, alta de R$ 0,855 (+11,59%). No Amapá, o avanço acumulado foi de R$ 0,617 (+8,36%), enquanto Roraima registrou aumento de R$ 0,625 (+8,29%) no período.
Na outra ponta, o Sul concentra algumas das maiores reduções acumuladas. No Rio Grande do Sul, o diesel passou de R$ 6,813 em maio para R$ 6,368 em agosto, queda de R$ 0,445 por litro (-6,53%). Em Santa Catarina, o preço recuou de R$ 7,159 para R$ 6,743, redução de R$ 0,416 (-5,81%).
O Rio Grande do Sul também manteve o menor preço médio nacional em agosto, de R$ 6,368 por litro, enquanto o Acre registrou o maior valor do levantamento, de R$ 8,233. A diferença de R$ 1,865 por litro entre os extremos reforça o peso das condições logísticas e das especificidades regionais da cadeia de distribuição na formação dos preços.
“O comportamento de agosto mostra que o mercado de combustíveis entrou em um período de maior acomodação, mas isso não significa ausência de riscos. Petróleo, câmbio e custos logísticos continuam sendo variáveis importantes, especialmente para o diesel. Além desses fatores, a manutenção da subvenção ao diesel também tem papel fundamental para conter os preços e reduzir a pressão sobre o consumidor, contribuindo para sustentar o cenário de queda observado no mês. A tendência é positiva para consumidores e empresas, mas o comportamento dos próximos meses dependerá da evolução desses fatores, das condições de oferta de cada combustível e da continuidade de medidas que ajudem a amortecer eventuais pressões sobre os preços”, avalia Marcelo Braga, diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard
Estado | jul/26 | ago/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
AC | 7,866 | 8,233 | 0,367 | 4,67% |
AL | 7,49 | 7,464 | -0,026 | -0,35% |
AM | 7,418 | 7,443 | 0,025 | 0,34% |
AP | 7,698 | 8,000 | 0,302 | 3,92% |
BA | 7,537 | 7,600 | 0,063 | 0,84% |
CE | 7,488 | 7,427 | -0,061 | -0,81% |
DF | 7,045 | 7,039 | -0,006 | -0,09% |
ES | 7,364 | 7,320 | -0,044 | -0,60% |
GO | 6,962 | 6,889 | -0,073 | -1,05% |
MA | 7,449 | 7,423 | -0,026 | -0,35% |
MG | 7,246 | 7,161 | -0,085 | -1,17% |
MS | 7,186 | 7,146 | -0,040 | -0,56% |
MT | 7,384 | 7,360 | -0,024 | -0,33% |
PA | 7,634 | 7,707 | 0,073 | 0,96% |
PB | 7,297 | 7,172 | -0,125 | -1,71% |
PE | 7,287 | 7,150 | -0,137 | -1,88% |
PI | 7,787 | 7,730 | -0,057 | -0,73% |
PR | 6,855 | 6,913 | 0,058 | 0,85% |
RJ | 7,184 | 7,179 | -0,005 | -0,07% |
RN | 7,299 | 7,240 | -0,059 | -0,81% |
RO | 7,544 | 7,509 | -0,035 | -0,46% |
RR | 8,123 | 8,163 | 0,040 | 0,49% |
RS | 6,413 | 6,368 | -0,045 | -0,70% |
SC | 6,82 | 6,743 | -0,077 | -1,13% |
SE | 7,305 | 7,361 | 0,056 | 0,77% |
SP | 7,099 | 7,037 | -0,062 | -0,87% |
TO | 7,373 | 7,281 | -0,092 | -1,25% |
O movimento de queda dos combustíveis ocorre em um ambiente de inflação mais moderada. O IPCA-15 de agosto registrou deflação de 0,40%, enquanto a inflação acumulada em 12 meses ficou em 4,24%, segundo dados do IBGE. O indicador reforça um cenário de menor pressão sobre os preços ao consumidor, embora a formação dos valores dos combustíveis dependa também de fatores específicos da cadeia, como oferta, distribuição, tributos e condições regionais de abastecimento.
No câmbio, o dólar oscilou ao longo de agosto, chegando a superar R$ 5,20 em parte do mês antes de retornar à faixa próxima de R$ 5,15. As variações da moeda americana, assim como as cotações internacionais do petróleo, continuam sendo acompanhadas pelo setor por sua influência sobre custos e referências de preços da cadeia de combustíveis.
Os dados da ValeCard mostram, porém, que a trajetória de redução no varejo já se estende por três meses consecutivos. Desde maio, o etanol acumula a queda mais expressiva, de 7,45%, seguido pelo diesel S-10 (-1,97%) e pela gasolina (-1,21%). Em agosto, o biocombustível voltou a liderar os recuos e ampliou sua competitividade frente à gasolina, enquanto gasolina e diesel mantiveram reduções mais moderadas.
Onde compensa abastecer com etanol?
Como referência utilizada pelo mercado, considera-se que, para a maioria dos veículos flex, o etanol tende a apresentar maior competitividade econômica quando seu preço corresponde a até 70% do valor da gasolina. Esse percentual funciona como um indicador inicial para a decisão de abastecimento, embora o consumo e o rendimento possam variar conforme o modelo e as condições de uso do veículo.
Em agosto, a relação entre os preços médios nacionais do etanol e da gasolina ficou em 63%, ante cerca de 64% em julho. O avanço da competitividade do biocombustível foi favorecido pela queda mais intensa do etanol no mês, de 2,06%, frente à redução de 0,68% da gasolina.
O movimento também ganhou abrangência regional. Em agosto, 17 estados ficaram na faixa de até 70% na relação entre o preço do etanol e o da gasolina, ante 13 em julho e 10 em junho, considerando o critério adotado no levantamento da ValeCard.
Os estados onde o etanol apresentou relação de preço de até 70% frente à gasolina em agosto foram:
Estado | Média Gasolina Comum | Média Etanol Comum | Percentual (Etanol/Gasolina) |
AC | 7,688 | 5,125 | 67% |
AL | 7,157 | 5,253 | 73% |
AM | 7,395 | 4,93 | 67% |
AP | 7,66 | 4,502 | 59% |
BA | 7,039 | 4,694 | 67% |
CE | 7,190 | 5,089 | 71% |
DF | 6,701 | 4,342 | 65% |
ES | 6,807 | 4,970 | 73% |
GO | 6,799 | 4,201 | 62% |
MA | 7,094 | 5,278 | 74% |
MG | 6,599 | 4,357 | 66% |
MS | 6,782 | 4,158 | 61% |
MT | 6,993 | 3,911 | 56% |
PA | 7,297 | 5,131 | 70% |
PB | 6,818 | 4,778 | 70% |
PE | 7,095 | 5,164 | 73% |
PI | 7,300 | 5,251 | 72% |
PR | 6,675 | 4,210 | 63% |
RJ | 6,695 | 4,820 | 72% |
RN | 6,847 | 5,051 | 74% |
RO | 7,405 | 5,173 | 70% |
RR | 8,168 | 4,445 | 54% |
RS | 6,337 | 4,46 | 70% |
SC | 6,495 | 4,556 | 70% |
SE | 7,410 | 5,537 | 75% |
SP | 6,558 | 3,865 | 59% |
TO | 7,308 | 5,179 | 71% |
Total Geral | 6,774 | 4,275 | 63% |
Você pode nos contatar por algum dos nossos canais de atendimento abaixo